A Casa Algarve produzia vinho premiado há décadas, mas comunicava como um rótulo de supermercado. O reconhecimento existia na região — fora dela, era invisível.
O desafio não era esconder a história, mas traduzi-la. Precisávamos de uma identidade que respeitasse o peso das três gerações e, ao mesmo tempo, coubesse numa prateleira de garrafeira em Lisboa, Porto ou Copenhaga.
Tudo tinha de funcionar a dois metros de distância, na prateleira, e a dez centímetros, na mão de quem serve.